Por Favor, Chamem a Professora!

Em 26/12/2022

Comentário de Maria Luiza Oliveira Castro de Leão

 

Artigo de Maria Vitoria Mamede Campos Maia e Nadja Nara Barbosa

Relato de Uma Experiência Clínica

CHAMEM A PROFESSORA é um texto que traz um tema extremamente interessante por sublinhar a necessidade de uma reflexão  relativa ao exercício do magistério  das  “disciplinas Psi”.

O artigo, embasado em argumentos de Freud e de Winnicott, relata o caso de uma aluna universitária que, cursando a disciplina de psicanálise, vive um episódio em que ela, possivelmente mobilizada pelos conteúdos veiculados em classe, tranca-se no SPA, espaço clinico da Universidade, e chama a sua professora (autora do artigo).  

Temos a experiência quotidiana que as aulas de psicopatologia, psicanálise, psicologia clínica em geral, psicopedagogia, “afetam” mentalmente os alunos (oxalá).  Vitória Maia propõe, em seu texto, que exista uma escuta, por parte dos docentes, quando houver casos que lhes endereçam algum apelo, desde que os professores que recebem a demanda, não se coloquem como terapeutas desses discentes.

No caso narrado pela autora-professora, a aluna vai ao SPA universitário e, trancada naquele espaço clinico, chama a sua professora. Tudo indica que a aluna precisava da presença da professora (que apresentava a psicanálise aos seus alunos) para se acalmar, se organizar internamente, mesmo que ambas tenham “apenas” ficado em silêncio durante um tempo.

A docente atende, a partir da psicanálise, um chamado da aluna, que pode se recompor de um emergente interno importante ao se sentir acolhida.  Portanto, podemos pensar que, mesmo não se colocando como a terapeuta da aluna, essa professora facilitou um caminho terapêutico e possivelmente ajudou que uma porta se abrisse para um processo clinico psicanalítico à essa aluna, a partir de uma vivência universitária que teve uma participação essencial da professora.

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BRINCAR, UMA TÉCNICA NO TRATAMENTO CLÍNICO PSICOPEDAGÓGICO: Um olhar possível a partir da Psicanálise – Patricia Marchesano Diniz Saraiva

Em 10/10/2022

Comentário de Beatriz Bastos Padilha

Apreciando-a já de início por conta do tema abordado, encontrei na monografia da Patrícia Saraiva muitos outros motivos que ampliaram o meu interesse. Acredito que a escolha do tema foi muito feliz por unir a condição básica do brincar à essência do atendimento psicopedagógico, e o seu desenvolvimento, ainda mais instigante, ao conduzir o leitor a esse entendimento a partir da fundamentação teórica de Freud, Melanie Klein, Winnicot e Sara Pain, no que concerne à representação da brincadeira. 

Um olhar sensível e muito enriquecedor nós faz refletir mais profundamente sobre o brincar – aspecto básico da infância, ser também um recurso precioso a ser utilizado pelo psicopedagogo a partir de suas referências e embasamento teórico.

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Rios sem discurso. Agressividade da infância na contemporaneidade – Maria Vitoria Campos Mamede Maia

Em 14/09/2022

Comentário de Renata Lia Ferreira da Silva

O livro da professora M. Vitória C. Mamede Maia traz reflexões relevantes, por um viés social, acerca de crianças e adolescentes que cometem atos agressivos / violentos, reprovados pela sociedade. A obra é “costurada” com base na visão de Winnicott (o famoso psicanalista inglês). Desse modo, a autora apresenta diversas questões relativas a causalidade dessa agressividade, elencando-a como um ‘problema social’.

Maia apresenta seu ‘Rios sem discurso’ sob uma perspectiva cronológica, escrevendo sobre o início do desenvolvimento do ser humano indo até as temáticas que se propõe a discutir. Numa linguagem dialética com o leitor, aborda paradoxos e construções de ideias que provocam reflexões e indagações nesse leitor. A agressividade é discutida então, como uma forma de apelo e, a partir das ideias de Winnicott, a autora traz novas questões para a problemática abordada, discutindo limites, questões patológicas, sempre convidando o leitor a se desconstruir a partir de um novo prisma colocado.

Maia, abordando o comportamento antissocial das crianças e seus simbolismos traz para o debate a brincadeira infantil, o papel da mãe, a relação do bebê com o objeto e as relações de perda – que podem ir moldando as situações adversas que impactam no desenvolvimento da criança.

Um livro atual e interessante que traz ainda as demandas parentais e sociais ligadas à contemporaneidade, isto é, questões relativas às mudanças nas estruturas sociais e aos novos papéis que vêm assumindo as famílias e como esses temas reverberam no desenvolvimento infantil.

A conclusão emocionada (e emocionante) traz a provocação final de buscar compreender a agressividade com um olhar que busca preencher os buracos vazios dessas infâncias.

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A Banda Moebius (Lacan) e a Clínica Psicopedagógica (Antonio Mamede Neves)

Em 10/06/2022

por Ana Bocchini (aluna da Formação em Psicopedagogia do Tekoa)

Este artigo apresenta os conceitos da banda de Moebius para a superação do sintoma na dificuldade de aprendizagem, objeto da psicopedagogia.

A banda de Moebius, criada pelo matemático de mesmo nome, é uma superfície unilateral de uma borda obtida pela colagem das duas extremidades de uma fita, após efetuar meia volta em uma delas. Ao fazermos essa torção, temos a impressão que a faixa apresenta duas faces, mas, na realidade, trata-se de uma superfície de uma só face, no qual o direito e o avesso estão contidos um no outro.

Existe uma semelhança entre a banda de Moebius e o sintoma no ponto de vista psicanalítico, tal como Freud denominou como compulsão à repetição. Para interromper esse processo repetitivo torna-se necessário agir sobre a permanência do sintoma, sendo necessário alterar sua estrutura, fazendo um corte na “carapaça” defensiva do sintoma. Analogicamente, para alterar a estrutura da banda de Moebius basta praticar-se nela um corte longitudinal, a partir de qualquer ponto, com uma tesoura. Esse corte fará aparecer não uma duplicação da banda, mas sim uma face direita e esquerda, verso e anverso etc.

Para a psicanálise, então, isso significa que é indispensável no sintoma, não uma pontuação feita pelo terapeuta, mas “um corte”, uma interpretação, que tornem possíveis uma estrutura diferente, com características próprias. Este procedimento é o que Lacan traz como premissa: “a interpretação é o corte”.

No campo da psicopedagogia, o sintoma de dificuldade de aprendizagem pode ser apresentado a partir de várias causas emocionais e cognitivas, sendo perfeitamente viável utilizar dos conceitos da banda de Moebius para a sua superação. Quando um cliente chega à um psicopedagogo, cabe a tarefa de operacionalizar “cortes” no processo sintomático de aprendizagem, eliminando a banda de Moebius, através de recursos técnicos e de uma atitude “empático-terapêutica”.

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Psicopedagogia conflagrada – as práticas psicopedagógicas na gestão da aprendizagem em áreas conflagradas

Em 06/05/2022

por Renata Lia Ferreira da Silva

O profissional de Psicopedagogia (atuante em unidades escolares) enfrenta em sua rotina de trabalho problemas como dificuldades de aprendizagem, déficits e defasagem (idade/série). Faz parte do fazer do psicopedagogo utilizar métodos e técnicas de identificação de problemas e distúrbios, utilizando testes, entrevistas etc. para após a identificação buscar meios e ferramentas para a resolução do problema, ou ainda mitigar seus danos à aprendizagem do estudante.


Quando se trata de escolas dentro de comunidades periféricas, o que tange este cenário (de defasagem, dificuldades e distúrbios de aprendizagem), se torna ainda mais peculiar. A realidade dos estudantes dessas escolas é diretamente impactada pela redução dos dias letivos, que acontece com frequência, em virtude de conflitos balísticos em horário de aula ou nos dias anteriores.

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Entre a letra da lei e os desafios da prática: tensões e contradições da educação infantil carioca

Em 07/04/22

por Adrianne Ogêda Guedes, Michelle Dantas Ferreira e Edilane Oliveira da Silva

A história da formação do professor da Educação Infantil no Brasil é razoavelmente recente, pois até meados do século XX não havia uma preocupação com a educação desta faixa etária, e, portanto, a necessidade de qualificação destes profissionais não era uma questão relevante. As primeiras iniciativas voltadas para a educação da criança de 0 a 6 anos no Brasil são marcadas por uma perspectiva assistencialista, preparatória e instrumental. 

Até a década de 1980 a educação das crianças pequenas no Brasil, era de responsabilidade única e exclusiva das famílias. Esta concepção muda apenas com a constituição de 1988, que em seu Artigo 227 afirma a Educação Infantil como direito da criança. Definindo no artigo 208 como se dará esse oferecimento: “O dever do Estado com a Educação será efetuado mediante a garantia de (…) atendimento em creches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade”. 

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Princípios básicos da Psicopedagogia: diferentes abordagens

em 10/03/2022

Por Ana Maria Carpenter Genescá

Paulo Freire dizia que não era possível fazer uma reflexão sobre o que é educação sem se refletir sobre o próprio homem.

Eu diria hoje: não é possível fazer uma reflexão sobre Princípios Básicos da Psicopedagogia sem se refletir sobre o próprio homem, ou melhor dizendo, sobre o “ser humano”, sobre o “ser” “humano”. E é a esta aventura do pensar que eu convido vocês.

Utilizo o termo aventura propositalmente, pois é assim que me sinto quando dou conta de minha ainda tênue possibilidade de enunciação das ideias que pretendo desenvolver.

Peço, pois, de antemão, a tolerância, pois provavelmente incorrerei em muitas “licenças” – não poéticas – mas “licenças conceituais” e talvez me utilize mais de metáforas do que de “conceitos”.

Convido ao diálogo por acreditar que o polifônico Sócrates tinha razão: a verdade não está com os homens, mas entre os homens.

Convido ainda ao pensamento complexo, isto é, ao pensamento que não simplifica, que não é linear, porque está aberto à multiplicidade de pontos e à conjunção; conjunção entendida como diálogo entre antinomias.

Para tentar chegar aos “Princípios” (primeira licença, pois geralmente partimos do(s) princípio(s) e não “chegamos”), vou partir das questões propostas no Tema Geral do Encontro “Intervenção Psicopedagógica: o quê, por quê, para quê e como”?

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O amor materno – um mito?

em 07/02/2022

por Irles Maria Araujo Braz

Ao pensarmos no amor da mãe em relação a seu (sua) filho (a), colocamos o foco nessa relação primeva trazendo um questionamento quanto ao amor materno incondicional: trata-se de um mito? 

O tema abrange questões fundamentais e tem presente a evolução sócio-histórica e cultural da imagem mãe – filho (a) ao longo dos séculos, o reconhecimento da mulher e da criança em suas subjetividades e o contexto vigente nas diversas épocas a serem enunciadas. 

Também os mitos merecem um olhar mais acurado, identificando aqueles construídos na antiguidade clássica até os enunciados na sociedade contemporânea. 

Na interlocução com autores que se dedicam ao estudo dos mitos, em diversos contextos, citamos algumas de suas ideias e conceituações a respeito. 

Brunel (1997) define o mito pelas suas funções, consideradas numa tríade: 

A primeira função expressa o mito como uma narrativa, pois ele “conta uma história sagrada, narra um fato importante ocorrido no tempo primordial, no tempo fabuloso dos começos” (op. cit., p. XVI, apud Mircea Iliade). Como segunda função, o mito explica as causas, se constituindo como um jogo no qual uma pergunta formulada tem a resposta decisiva. A terceira é a função reveladora do mito. 

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Três tópicos sobre a relação entre DSM e política

em 10/09/2021

por – Rossano Cabral Lima

Logo nas primeiras páginas da terceira edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-III), da Associação Psiquiátrica Americana (APA), um conceito era apresentado como virtude principal da nova classificação – a “ateoricidade”. Robert Spitzer, diretor da força tarefa que deu origem ao manual, defendia a necessidade de eliminar do texto referências a hipóteses etiológicas para que o mesmo pudesse ser amplamente usado por profissionais das mais variadas correntes teóricas (APA, 1980). Seu manual, assim, expulsava de suas páginas aquilo que o próprio editor reconhecia estar presente na sociedade – a pluralidade de posições mais ou menos divergentes em relação às origens dos quadros psiquiátricos.

A postura de ser “ateórico” no campo da clínica é, a meu ver, correlata a de se afirmar “apolítico” na vida cotidiana: o esforço de assepsia quase sempre esconde opções conservadoras. Partindo desse princípio, enfatizarei três pontos que mostram como características marcantes do DSM, como a reificação e descontextualização dos diagnósticos, o desprezo pela história de vida dos sujeitos, a desvalorização da psicopatologia na primeira pessoa e a desconsideração de outros saberes e vocabulários, além de terem impacto epistemológico e clínico, têm uma dimensão política. (…)

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CAED: Uma experiência de capacitação em arte-educação para educadores no Jacarezinho – RJ

Em 04/08/2021

por Andrea A. A. Bacellar e Helio Rodrigues

Através do Instituto de Arte Educação (IAE), o Projeto Eu Sou oferece atividades de artes plásticas para crianças e adolescentes na comunidade do Jacarezinho desde 2006. Na metodologia das aulas do Projeto, a arte não é vista como ferramenta puramente estética, e sim como um canal de desenvolvimento da autoestima, da identidade, da comunicação e expressão do indivíduo, e do seu encontro com a sua força criativa. No decorrer de nosso trabalho, pudemos perceber o impacto das aulas de artes em vários aspectos da vida das crianças, afetando frequentemente de modo positivo as relações do aluno nas áreas social, familiar, emocional e cultural. O desenvolvimento do processo criativo possibilita ao aluno reconhecer seu valor e sua potência frente ao mundo, ampliando seus horizontes, sua capacidade crítica, e podendo trazer também um melhor desempenho escolar. A arte, além disso, tende a promover em seu exercício um forte sentimento de inserção na cultura e na sociedade, possibilitando a formação de cidadãos mais conscientes e ativos. Com o objetivo de ampliar o alcance das ações do Projeto, desde 2012 começamos a oferecer uma capacitação em arte-educação para professores e interessados da comunidade (CAED). A ideia era oferecer recursos para que essa experiência positiva com a arte pudesse ser vivenciada pelos nossos alunos também na escola, sensibilizando o corpo docente para as questões subjetivas, estéticas e singulares da aprendizagem de cada sujeito. Nosso público inclui professoras da rede pública e particular com níveis de formação diversos, e também as explicadoras, professoras informais que atuam em projetos sociais realizados dentro das igrejas da região. Muitas vezes, essa capacitação é o primeiro contato que essas mulheres têm com questões relativas ao aprendizado e à arte. É lá que descobrem e elaboram a importância do aluno se expressar livremente, construir o seu saber de forma ativa, exercitar sua capacidade de encontrar as próprias soluções – e ser valorizado por isso. Neste trabalho, buscamos sintetizar o percurso do CAED, considerando que, quando a educação é associada à subjetividade da arte, pode-se mais facilmente transformar informações em conhecimento.

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